não quero nervosismos e muito menos as lágrimas, mas torna-se difícil com tudo o que se passa ao meu lado e principalmente, o que choca comigo quando menos espero. é impossível ignorar e não ficar nervosa e quando chego àquele ponto que mais receio, a ausência dos nervos é nula e as lágrimas começam a querer dar-me a provar o seu gosto, ao escorrerem-me pela pele, esta, já quase transpirada, com os poros muito abertos - devido ao tal nervosismo - começa então a ficar húmida. o meu já habitual tique nervoso - a minha perna que não pára quieta - fica pior e tudo o que eu quero é parar de tremer e chorar. por isso pára tu! pára de me fazer ficar destroçada, atraindo para mim tudo o que sejam maus sentimentos. eu adoro-te e não quero por nada chatear-me contigo, mas para isso preciso que te cales e que escutes, em silêncio. mesmo que não escutes a minha voz, escuta o meu pranto e o meu soluçar, até que ele páre, e nós também.terça-feira, 27 de outubro de 2009
sem título
não quero nervosismos e muito menos as lágrimas, mas torna-se difícil com tudo o que se passa ao meu lado e principalmente, o que choca comigo quando menos espero. é impossível ignorar e não ficar nervosa e quando chego àquele ponto que mais receio, a ausência dos nervos é nula e as lágrimas começam a querer dar-me a provar o seu gosto, ao escorrerem-me pela pele, esta, já quase transpirada, com os poros muito abertos - devido ao tal nervosismo - começa então a ficar húmida. o meu já habitual tique nervoso - a minha perna que não pára quieta - fica pior e tudo o que eu quero é parar de tremer e chorar. por isso pára tu! pára de me fazer ficar destroçada, atraindo para mim tudo o que sejam maus sentimentos. eu adoro-te e não quero por nada chatear-me contigo, mas para isso preciso que te cales e que escutes, em silêncio. mesmo que não escutes a minha voz, escuta o meu pranto e o meu soluçar, até que ele páre, e nós também.quinta-feira, 22 de outubro de 2009
desilusão
não vale a pena , só fazes merda. não falo porque não te tenho nada a dizer, esgotei tudo. quando tudo o que menos preciso são desilusões, tu desiludes-me. estou a chorar e podes-te culpar por isso. estou triste, sinto a tua falta e tu fazes com que me afaste, "é como um campo magnético" eu aproximo-me e tu repulsas-me sem querer, quer dizer, já nem sei se é sem querer. estou triste e sinto um vazio no meu coração que me faz perder a vontade de comer e até de acordar amanhã, ver-te e não te querer, ou melhor, poder falar. estou farta de te ver sofrer e tu não percebes isso, se não mudas por ti, pensa em mim e em quem se preocupa contigo. não tens razão nenhuma e eu sim, apesar de não conseguir, deveria ter a consciência traquila. falas das outras, mas cá pra mim a obcecadinha estás a ser tu, desculpa a brutalidade e sinceridade das minhas palavras mas só assim são equivalentes aos teus actos!
domingo, 4 de outubro de 2009
c
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